Dez Mais do Bahia

Não é só um sorriso bonito. Ela vai fazer um livro sobre o Bahia. Ajude aí!

Não é só um sorriso bonito. Ela vai fazer um livro sobre o Bahia.

Bahia jogou na sexta-feira, deixando o sábado e domingo vazios. Se não me engano, desde que a temporada começou, foi o primeiro fim de semana que o Bahia não entrou em campo, seja com time alternativo ou com força máxima, seja no insosso Baianão ou pela Copa do Nordeste. Pelo menos o time goleou o frágil Mogi-Mirim, entrou no G4 da Série B e fez o tempo ocioso ser menos estressante.

Sem jogo do Bahia no fim de semana, mente vazia, oficina do….curioso. Lembrei que a jornalista Clara Albuquerque está escrevendo um livro bem interessante, os “Dez Mais do Bahia”. Repare a porra…lá vem polêmica! Continuar lendo

A novela (e) Williams

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LUVERDENSE 0x0 BAHIA
Copa do Brasil – 2ª fase – 1º jogo

Ontem não consegui assistir ao jogo desde o seu início, por motivos de força maior (a força da diretora lá de casa, que queria ver a novela, sendo que uma das nossas TV’s está com problema….). Nos primeiros minutos de jogo eu só pude zapear pro canal 26 da Sky quando rolava intervalo no folhetim das 21h. Enquanto não chegava a esperada tela congelada que anuncia o encerramento do capítulo da novela (normalmente com a cara irada de Camila Pitanga), eu tive que acompanhar o jogo pelas redes ditas sociais: twitter e whatsapp. Continuar lendo

Ganhamos um ou perdemos dois pontos?


O Bahia começou muito bem o Brasileirão. Antes que você me xingue todo, estou falando apenas do 1° tempo do jogo contra o América lá em Minas Gerais. Além do gol contra (que deveria ser computado pra Zé Roberto pela raça e vontade que teve no lance), tivemos 4 grandes chances de ampliar e até matar o jogo. Incluindo uma bola na trave e uma defesaça do goleiro do Coelho, que estava numa tarde inspirada.

O time mineiro parecia um adversário já batido e se o Bahia fizesse só mais um golzinho a fatura pareceria liquidada. Porém, um lance mudou toda a história do jogo. Não foi um contra-ataque, não foi uma expulsão, não foi um pênalti e sim uma contusão, a de Kieza.

Quando K9 saiu e foi substituído por Willians Santana, o Bahia perdeu mais do que seu artilheiro em 2015. No 2º tempo, o time ficou totalmente inofensivo. Willians no ataque parece comigo tentando cozinhar: erro tudo! Derrubo coisa no chão, me queimo, a casca do ovo cai na frigideira, erro o ponto, até já tirei o saquinho daquele arroz de cozimento rápido na 1ª vez que fui fazer… Porém, eu ainda sei fazer um macarrão decente, já Willians não sabe nem fazer o feijão com arroz! Sei que ele é reserva, mas fico preocupado é com a possibilidade de Kieza voltar pra China. E nessas horas é que percebo a fragilidade do nosso elenco, ainda mais num torneio tão longo.

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B… BMP!


Desde sua estreia, em 2007, o BBMP narrou a subida da “cerei C” pra série B e dessa pra elite. Neste período o Bahia nunca havia caído. Foi o único time do Nordeste que subiu e ficou 4 anos na A, porém, voltamos pro limbo, mesmo lutando até a última rodada, pois o tricolor não se entrega tão fácil. Mas nem sempre o pé-quente funciona…

Óbvio que sempre é ruim cair, ao menos estamos esperançosos que desta vez não vamos mofar na segundona. O Esquadrão voltou a ser um vencedor, chegou na final do Nordestão (após 2 anos sem passar da 1ª fase) e foi campeão baiano numa recuperação típica do Baêa. O clube também passou por uma radical mudança administrativa e não tem mais uma corja sugando minha porra, a época das trevas ficou pra trás, lá ele, e vivemos uma democracia. Lógico que o time ainda não é o ideal (faltam laterais, um zagueiro, um meia, talvez um goleiro…), mas parece ser uma equipe mais qualificada e com um ataque forte. Além de ter bons valores individuais, o elenco também parece estar bem unido.

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A volta!


Tem um texto que sempre falo que vou escrever e nunca escrevo. Sobre um jogo que fui em Goiânia: Vila Nova 0 x 4 Bahia, em 2010, ano que o Bahia subiu. Pra mim foi uma viagem longa, mas muito top. Fui de Manaus, com escala em SP, só pra ver essa partida e rolaram várias resenhas nesse dia. Lembrei disso, pois quarta-feira, lá em Fortaleza, encontrei na porta do estádio um dos 6 caras que estava no mesmo carro que eu (e Binha de São Caetano), fugindo da torcida organizada adversária. Esqueci o nome do sacaneta (man, se puder se identifique).

Essa introdução toda, lá ele, é pra dizer que fui pra Fortaleza com uma barreira da porra, que fizemos a maior festa lá, que novamente passei perrengue com a torcida rival (apedrejaram nossa van, como vocês já souberam na transmissão da Globo), que ano que vem iremos buscar o título e que não será neste post que contarei essa epopeia. Isso aqui é só pra me servir de lembrete, pois, apesar do revés, foi uma das melhores viagens que fiz na vida por causa do Baêa!

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Já dizia o Pequeno Príncipe…

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Nesta última semana o Bahia foi escroto com seu torcedor. De um domingo para o outro, transformou uma grande expectativa pela conquista de dois títulos em, se muito, esperanças de superação. Se após a dolorosa derrota frente ao Ceará, em uma falha clamorosa do jovem Jean, ficou a sensação de que a recuperação é possível no Castelão, o desempenho frente ao Vitória da Conquista, no Lomanto Júnior, jogou uma carreta de dúvidas sobre a possibilidade disso acontecer. Pior, aumentou muito as chances do tricolor sair desses dois campeonatos de mãos abanando. O que, no caso do baiano, me perdoem, é um absurdo.

O jogo do Ceará foi equilibrado e difícil, pois o time cearense tem um bom meio de campo. Uiliam Correa e Ricardinho, como dizem alguns amigos, “esmerilharam”, e prejudicaram muito a marcação pressão do tricolor, pois os pique dos atletas do Bahia não eram sinônimo de bola roubada, como em muitas oportunidades ao longo da temporada. A derrota veio por uma falha individual, que minou o aspecto psicológico da equipe, deixando a conquista do título em situação de risco. O apito final na Fonte Nova, quarta-feira, acabou me trazendo alívio. Continuar lendo

Seja sócio!

Torcida tricolor em clique de Will Vieira.

Torcida tricolor em clique de Will Vieira.

Vivemos a expectativa de jogar uma grande final. Um momento muito favorável a uma reflexão sobre a necessidade do torcedor se associar ao Bahia, para torná-lo um clube cada mais forte. Reflexão proposta por Marcelo Mendes, advogado, torcedor do Bahia, sócio e Conselheiro reeleito. Agora é com ele! BBMP!

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Um convite à reflexão

Não pretendo falar do lendário placar de 3×2 em 2015. Tampouco que estamos em duas finais no primeiro semestre e seguimos vivos na Copa do Brasil. Nem da mística tricolor que foi reacesa na temporada com o time de Sergio Soares. Da recuperação do futebol de Titi e Maxi e da boa fase de Kieza. Do vigor físico da equipe não vista há muitos e muitos anos. De termos cerca de 50% do elenco oriundo da base com uma transição para o profissional bem efetuada tecnicamente. Continuar lendo

Testando limites

Bahia busca virada. Alívio veio no empate de Souza. (Foto: Will Vieira)

Bahia busca virada. Alívio veio no empate de Souza. (Foto: Will Vieira)

BAHIA 3×2 JUAZEIRENSE
2º jogo – Semifinal – Campeonato Baiano 2015

Pela terceira vez, em uma semana, o Bahia ativou o “modo emoção” em seus jogos. Depois do já imaginado embate equilibrado contra o Sport e do surpreendente sufoco contra o Nacional de Manaus, o tricolor, que tinha uma vantagem confortável para a disputa da partida de volta de semifinal do Baiano, conseguiu “dramatizar” também a partida contra a Juazeirense.

Podendo perder por 1 gol de diferença para avançar, mas precisando vencer para garantir vantagem na decisão (sem depender de qualquer resultado em Ilhéus, onde jogavam Colo-Colo e Vitória da Conquista), o Bahia começou o jogo “daquele jeito”: atacando. O técnico Quintino Barbosa, da equipe visitante, armou uma arapuca, colocou o time compactado atrás e deixou três experientes jogadores mais “soltos” no setor ofensivo: Juninho (que eu vi jogar pelo Bahia, na Fonte Nova, em 1996 – isso, eu escrevi 1996-), Sassá, velho conhecido do interior e o “coveiro” Junior Pipoca. Nenhum deles me traz boas lembranças. Juninho, por ser uma promessa da base dos anos que começaram a apequenar o Bahia, Sassá, que por times do interior fez gols nesse mesmo Bahia diminuído (época do Ipitanga, então…) e Junior, não preciso nem lembrar porquê. Sendo que a participação dele no Bahia, em 2011/2012, não serviu para apagar sua “cavadinha” em 2010. Continuar lendo

O Bahia que apaixona

Souza comemora gol de pênalti que deu a virada ao Bahia. (Foto: Will Vieira)

Souza comemora gol de pênalti que deu a virada ao Bahia. (Foto: Will Vieira)

BAHIA 3×2 SPORT
2º jogo – Semifinal – Nordestão 2015

Faltou o sol que garantiria a praia pré-jogo. E só. No mais, o dia 12 de abril de 2015 hospedou em suas horas um resgate há muito tempo aguardado pela torcida tricolor: viver um clube apaixonante, em uma casa cativante, ter uma tarde emocionante. Bahia x Sport foi um jogo que começou desde o início da semana, antes mesmo do primeiro confronto (que terminou empatado em 0x0). A mobilização da semana, do clube, dos torcedores, criou uma atmosfera contagiante e tirou o sono de muita gente desde o sábado.

O domingo demorou pra chegar, mas começou cedo para muitos torcedores que mal pregaram os olhos de tanta ansiedade. O clima gostoso de bandeiras, camisas, gritos de “Bora Baêaaaaa” deixava muito claro para qualquer extraterrestre que estivesse em Salvador: “algo grande vai acontecer hoje.” Continuar lendo

Um parabéns por vez.

Clique cirurgico de Will Vieira (@siga_will) mostra braço de Kieza deslocando goleiro do Campinense.

Clique cirúrgico de Will Vieira (@siga_will) mostra braço de Kieza deslocando goleiro do Campinense.

Bahia 1×0 Campinense
Nordestão 2015 – Quartas-de-Final – 2ºjogo

Às vésperas do aniversário de Salvador e do aniversário da conquista do primeiro título brasileiro que um time brasileiro poderia conquistar, o Bahia fez por merecer outro parabéns: garantiu participação nas semifinais do Campeonato do Nordeste, conforme projeção da nova diretoria. Para mim, como torcedor, ainda é pouco, mas pra quem se angustiou nos dois últimos anos sequer passando da primeira fase, o avanço é inegável. E o time chega competitivo para enfrentar Sport ou Fortaleza.

O novo passo dado foi justo, pois o Bahia foi superior ao Campinense nos dois jogos. Porém, as facilidades oferecidas por Galícia e Feirense ficaram no passado e, na minha opinião, o time ainda precisa ser mais incisivo e “letal” contra equipes meramente qualificadas para passar ao torcedor confiança suficiente para crer em um ano positivo dentro de campo. Continuar lendo

Resumo Tricolor


O Bahia começou o ano tropeçando, como tem se tornado uma regra nos últimos tempos. Pelo Baianão, tomou dois do Conquista, merecidamente, e perdeu da Jacuipense, imerecidamente. Já pelo Nordestão, foi atrás de um empate no final, contra o CRB, e de uma virada também no fim, contra o Globo, apesar de ter jogado pior. Ao menos teve 100% de aproveitamento com seu mando de campo em fevereiro, fechando o mês ganhando da Catuense (e perdendo trocentos gols).

Domingo, 1/2: Conquista 2 x 0 Bahia 
Quarta, 4/2: Bahia 1 x 0 Campinense
Sábado, 7/2: Bahia 3 x 1 Jacobina
Quarta, 11/2: CRB 3 x 3 Bahia 
Quarta, 18/2: Globo 1 x 2 Bahia 
Domingo, 22/2: Jacuipense 2 x 1 Bahia 
Quarta 25/2: Bahia 2 x 0 Catuense

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