O que os olhos não veem, o coração não sente (ou sente menos)

No sábado teria que buscar minha família no aero umas 10h da manhã, mas o voo atrasou bastante e, obviamente, Murphy o remarcou pra 17:30, mesmo horário que começaria o 2º tempo do Bavice… Estava feliz com a chegada do pessoal, mas faz tempo que eu não deixava de ver um Bavice completo. Nem lembro quando foi, pois até em Angola eu dava um jeito de assistir (clica aqui).

Acabei só vendo os 35 minutos iniciais na casa de Thias (com Marisca, Hugano, Chocola e Peu) e depois fui pro aero. Ainda fiquei uma hora lá mofando (enquanto esperavam as malas) e soube por um taxista que tinha terminado 3 a 0. Só mais tarde fui atualizar a timeline do Twitter e vi que fizemos um gol. Menos mal. “Terminou 3 a 1″, pensei. Ledo engano, ainda tomamos mais um. O atraso do voo ao menos serviu pra isso, tirou qualquer chance de ir pro barralixo e nem presenciei o vexame.

Já tinha visto um 4 a 1 lá no lixão, mas a gente é que tinha enfiado este placar (clica aqui). Foi lindo! Ainda não tive vontade de ver os gols deste jogo e nem sei se terei. Doeu até menos assim. Ao menos domingo fui pra um aniversário supimpa (cheio de amigos, que fiz justamente por causa do Bahia. Até cantamos o hino e várias outras músicas antes dos parabéns) e terça já tem outro jogo, pro coração voltar a sorrir.

ST

Ps: obviamente ninguém marcou ponto e ganhou o bônus dobrado do bolão BBMP, então será mais fácil contabilizar as pontuações. O máximo agora que alguém pode fazer são 16 pontos (contando 5 cravadas e o bônus extra da divulgação nas redes sociais). Os líderes atuais têm 5 ou 6.


Ps 2: vocês podem me explicar o que aconteceu no clássico? Talvez eu leia. Valeu!

Com o pé direito


Post passado, além do Bolão BBMP, falei sobre a sequência de decisões que o Bahia teria em Salvador. Já ganhamos duas: no domingo foram aprovados pontos importantes na assembleia de sócios. Um dia antes, vencemos o Luverdense (1×0), com passe de Jacó (pela 1ª vez como titular) e conclusão do estreante João Leonardo, com o pé direito, aos 41’. Este gol, o 11º do Bahia no Brasileirão 2015, nos colocou de volta no G4, em 3º.

Porém, pra garantirmos a continuidade na zona de classificação, já temos outro embate importantíssimo no próximo sábado: o Bavice no lixão. Será 16h30, com transmissão da Rede TV e Premiere FC. Provavelmente, será o 2º Bavice seguido que tomarei falta no Barradisney, por motivos de falta de respeito e segurança (já que não resolvem o problema do curral e do policiamento na chegada e saída). Mas apoiarei o Esquadrão, igual ao voto nas próximas eleições: a distância (um dos pontos aprovados na assembleia do último domingo).

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Bolão BBMP! Quer ganhar uma camisa oficial do Bahia? Clica aqui.


Tem gente que anda pessimista com a atual campanha do Bahia. Eu não. Óbvio que seria melhor estar em 1º, mas ainda faltam muitos jogos e o tricolor, até o final da rodada passada, era o único dos 5 primeiros a fazer 3 partidas em casa e 5 fora. Ganhamos as 3 aqui e, tirando a derrota pro Bragantino, achei os outros 4 resultados aceitáveis (1 triunfo e 3 empates).

Alguns podem achar que estou pensando pequeno, mas estamos colados no G4 e, mantendo esta média, o Bahia subiria. Na atual campanha ganhamos 15 dos 24 pontos disputados, com aproveitamento de 62,5% (4 triunfos, 3 empates, 1 derrota). Em 2010, quando subimos, tínhamos 13 pontos na 8ª rodada (4 triunfos, 1 empates, 3 derrota). Continuar lendo

Rumo ao G4 (ou Grandes decisões tricolores)


Nesta sexta, o poderoso Bahia tem uma decisão importantíssima lá no Maranhão, contra o Sampaio Corrêa (transmissão pelo Sportv 2), 4º colocado. Ganhando, pularemos pra 2° posição e teremos tudo pra retomar a liderança (assunto do velho post anterior), pois serão 5 decisões seguidas em Salvador. Quatro delas dentro de campo:

Sábado, 27/6, 16h30: Luverdense
Sábado, 4/7, 16h30: Bavice (no lixão)
Terça, 7/7, 19h30: Paysandives
Sábado, 11/7, 21h: Oeste

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Bahia líder e outras dúvidas… (atualizado)


1- 59 ou 88?
88, pois vi ao vivo e foi a 1ª vez que chorei por causa de futebol.

2- Dique ou ladeira?
Ladeira. Desde a Fonte antiga chegava por lá. E acho massa ver a ladeira toda colorida em dias cheios.

3- Douglas, Jean ou Omar?
Quando fiz a enquete pensava uma coisa, hoje penso outra. Acho q manteria Douglas hoje. Ou não.

4- Fonte Nova ou nova Fonte?
Fonte Nova. Nossos títulos mais importantes foram lá. E também nunca poderia ir com meu pai pra essa nova.

5- Que setor você fica na Fonte?
Na velha Fonte ficava ao lado da Bamor. Hoje fico no leste ou oeste. Depende do jogo.

6- Manto sagrado: branco ou tricolor?
Meião vermelho, calção azul, camisa branca pro time jogar. Camisa tricolor pra eu ostentar.

7- Bahia de 88 ou de 90? Qual o melhor time?
O de 90 merecia ser tri. Era um timaço. Mas 88 é sagrado.

8- Você colocaria estrela se ganhasse a série B?
Jamais! Coisa de time pequeno, tipo sport recife.

9- Qual o melhor horário pros jogos em dias úteis?
20h30. No máximo 21h.

10- Quando foi seu primeiro jogo do Baêa no estádio?
Acho que foi um Bahia x Jacuipense na Fonte. Era guri, não lembro bem. Sei que vencemos!

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Dez Mais do Bahia

Não é só um sorriso bonito. Ela vai fazer um livro sobre o Bahia. Ajude aí!

Não é só um sorriso bonito. Ela vai fazer um livro sobre o Bahia.

Bahia jogou na sexta-feira, deixando o sábado e domingo vazios. Se não me engano, desde que a temporada começou, foi o primeiro fim de semana que o Bahia não entrou em campo, seja com time alternativo ou com força máxima, seja no insosso Baianão ou pela Copa do Nordeste. Pelo menos o time goleou o frágil Mogi-Mirim, entrou no G4 da Série B e fez o tempo ocioso ser menos estressante.

Sem jogo do Bahia no fim de semana, mente vazia, oficina do….curioso. Lembrei que a jornalista Clara Albuquerque está escrevendo um livro bem interessante, os “Dez Mais do Bahia”. Repare a porra…lá vem polêmica! Continuar lendo

A novela (e) Williams

willians

LUVERDENSE 0x0 BAHIA
Copa do Brasil – 2ª fase – 1º jogo

Ontem não consegui assistir ao jogo desde o seu início, por motivos de força maior (a força da diretora lá de casa, que queria ver a novela, sendo que uma das nossas TV’s está com problema….). Nos primeiros minutos de jogo eu só pude zapear pro canal 26 da Sky quando rolava intervalo no folhetim das 21h. Enquanto não chegava a esperada tela congelada que anuncia o encerramento do capítulo da novela (normalmente com a cara irada de Camila Pitanga), eu tive que acompanhar o jogo pelas redes ditas sociais: twitter e whatsapp. Continuar lendo

Ganhamos um ou perdemos dois pontos?


O Bahia começou muito bem o Brasileirão. Antes que você me xingue todo, estou falando apenas do 1° tempo do jogo contra o América lá em Minas Gerais. Além do gol contra (que deveria ser computado pra Zé Roberto pela raça e vontade que teve no lance), tivemos 4 grandes chances de ampliar e até matar o jogo. Incluindo uma bola na trave e uma defesaça do goleiro do Coelho, que estava numa tarde inspirada.

O time mineiro parecia um adversário já batido e se o Bahia fizesse só mais um golzinho a fatura pareceria liquidada. Porém, um lance mudou toda a história do jogo. Não foi um contra-ataque, não foi uma expulsão, não foi um pênalti e sim uma contusão, a de Kieza.

Quando K9 saiu e foi substituído por Willians Santana, o Bahia perdeu mais do que seu artilheiro em 2015. No 2º tempo, o time ficou totalmente inofensivo. Willians no ataque parece comigo tentando cozinhar: erro tudo! Derrubo coisa no chão, me queimo, a casca do ovo cai na frigideira, erro o ponto, até já tirei o saquinho daquele arroz de cozimento rápido na 1ª vez que fui fazer… Porém, eu ainda sei fazer um macarrão decente, já Willians não sabe nem fazer o feijão com arroz! Sei que ele é reserva, mas fico preocupado é com a possibilidade de Kieza voltar pra China. E nessas horas é que percebo a fragilidade do nosso elenco, ainda mais num torneio tão longo.

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B… BMP!


Desde sua estreia, em 2007, o BBMP narrou a subida da “cerei C” pra série B e dessa pra elite. Neste período o Bahia nunca havia caído. Foi o único time do Nordeste que subiu e ficou 4 anos na A, porém, voltamos pro limbo, mesmo lutando até a última rodada, pois o tricolor não se entrega tão fácil. Mas nem sempre o pé-quente funciona…

Óbvio que sempre é ruim cair, ao menos estamos esperançosos que desta vez não vamos mofar na segundona. O Esquadrão voltou a ser um vencedor, chegou na final do Nordestão (após 2 anos sem passar da 1ª fase) e foi campeão baiano numa recuperação típica do Baêa. O clube também passou por uma radical mudança administrativa e não tem mais uma corja sugando minha porra, a época das trevas ficou pra trás, lá ele, e vivemos uma democracia. Lógico que o time ainda não é o ideal (faltam laterais, um zagueiro, um meia, talvez um goleiro…), mas parece ser uma equipe mais qualificada e com um ataque forte. Além de ter bons valores individuais, o elenco também parece estar bem unido.

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A volta!


Tem um texto que sempre falo que vou escrever e nunca escrevo. Sobre um jogo que fui em Goiânia: Vila Nova 0 x 4 Bahia, em 2010, ano que o Bahia subiu. Pra mim foi uma viagem longa, mas muito top. Fui de Manaus, com escala em SP, só pra ver essa partida e rolaram várias resenhas nesse dia. Lembrei disso, pois quarta-feira, lá em Fortaleza, encontrei na porta do estádio um dos 6 caras que estava no mesmo carro que eu (e Binha de São Caetano), fugindo da torcida organizada adversária. Esqueci o nome do sacaneta (man, se puder se identifique).

Essa introdução toda, lá ele, é pra dizer que fui pra Fortaleza com uma barreira da porra, que fizemos a maior festa lá, que novamente passei perrengue com a torcida rival (apedrejaram nossa van, como vocês já souberam na transmissão da Globo), que ano que vem iremos buscar o título e que não será neste post que contarei essa epopeia. Isso aqui é só pra me servir de lembrete, pois, apesar do revés, foi uma das melhores viagens que fiz na vida por causa do Baêa!

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Já dizia o Pequeno Príncipe…

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Nesta última semana o Bahia foi escroto com seu torcedor. De um domingo para o outro, transformou uma grande expectativa pela conquista de dois títulos em, se muito, esperanças de superação. Se após a dolorosa derrota frente ao Ceará, em uma falha clamorosa do jovem Jean, ficou a sensação de que a recuperação é possível no Castelão, o desempenho frente ao Vitória da Conquista, no Lomanto Júnior, jogou uma carreta de dúvidas sobre a possibilidade disso acontecer. Pior, aumentou muito as chances do tricolor sair desses dois campeonatos de mãos abanando. O que, no caso do baiano, me perdoem, é um absurdo.

O jogo do Ceará foi equilibrado e difícil, pois o time cearense tem um bom meio de campo. Uiliam Correa e Ricardinho, como dizem alguns amigos, “esmerilharam”, e prejudicaram muito a marcação pressão do tricolor, pois os pique dos atletas do Bahia não eram sinônimo de bola roubada, como em muitas oportunidades ao longo da temporada. A derrota veio por uma falha individual, que minou o aspecto psicológico da equipe, deixando a conquista do título em situação de risco. O apito final na Fonte Nova, quarta-feira, acabou me trazendo alívio. Continuar lendo