DIRETAS JÁ! #FORAmgf

Quando o Bahia era gigante a gente só precisava ir ao estádio basicamente em 2 dias da semana: quarta e domingo. Quando a família guimarães se apossou do clube, os tricolores tiveram que se acostumar a ir ao estádio na terça e sexta. Semana passada, novamente por causa da incompetente diretoria que se apossou do clube, deixei de ir ao estádio na quarta e fui na sexta.

Público Zero Bahia

Fonte Nova esvaziada. Um ato de amor da Torcida do Bahia.

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Bahia da Torcida x bahia dos guimarães – Vamos virar esse jogo!

“As redes sociais desempenharam um papel considerável nos recentes movimentos contra a ditadura. A propagação do movimento não teria sido a mesma sem os recursos proporcionados pela internet.” Roubei este trecho da Wikipedia. De qual artigo? Da Primavera Árabe.

Foi algo extraordinário e mostrou o poder que temos em mãos hoje em dia, pois, se antigamente dependíamos muito do que a mídia queria informar, hoje em dia nós somos a própria mídia. Não dependemos de formadores de opiniões mal formados pra fazer com que nossos pensamentos ganhem o mundo na velocidade da nossa revolta.

Não foi à toa que o #publicozero foi um sucesso absoluto e ganhou repercussão não só nacional, mas também fora do país. Eu nunca senti tanto orgulho de ver a Fonte vazia! E pra uma torcida como a do Bahia não ir ao estádio algo muito grave está acontecendo.

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Quem for pra Fonte é vi…

Em 2008 escrevi o post com o título mais bizarro da história do blog: Bunda-amassada, múmia, pinto inflável e outras besteiras. Apesar do nome ridículo, este era um dos textos que tratava da nossa participação na Conferência Gigante Tricolor, onde foram discutidas diversas ideias para transformar o Bahia. Isso tem mais de CINCO anos. Por que lembrei disto agora? Por causa do tal “Bunda-Amassada”. Na época escrevi:

“Que porra é torcedor bunda-amassada? É uma expressão que pensei pra denominar uma galera que só sabe falar e não faz porra nenhuma. O bunda-amassada adora falar “fora corja”, mas nunca moveu uma palha pra tirar ela de lá. O bunda-amassada vive discutindo no Orkut, escalda a diretoria, propõe manifestações, mas na hora ele tem uma caganeira e desiste de aparecer.”

Tirando a parte do Orkut, pois hoje em dia a galera gosta mesmo é de falar pelo Twitter e Facebook, isto ainda é bem atual. Mudou também o pedido, que virou o #FORAmgf. Mas continuo ouvindo expressões do tipo: a Bamor não faz nada, o blog não faz nada, a imprensa não faz nada, a torcida do Bahia não faz nada. Mas pare e pense, quem é “a torcida do Bahia”? Você não é a tal “torcida do Bahia”? Então, porra! VOCÊ é que deve fazer alguma coisa.

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Eu ainda acredito

A força da torcida precisa se direcionar à democratização do clube. (Foto: Will Vieira)

A força da torcida precisa se direcionar à democratização do clube. (Foto: Will Vieira)

BAHIA 3×7 VITÓRIA
Campeonato Baiano – Final – partida de ida.

Explicar os motivos que levaram o Bahia a passar mais uma vergonha é chover no molhado. É melhor olhar para frente e tentar ter alguma perspectiva. Não uma perspectiva de vencer o Campeonato Baiano de 2013 (que seria, inclusive, injusto), mas sim de ver o Bahia ser um clube decente.

A saída de Paulo Angioni, a possível saída de Joel Santana e dos jogadores que fazem uma hipotética “panela” não vão resolver. Quando o Bahia tomou 7 do Cruzeiro, a mesma diretoria estava aí. Quando tomou 7 do Ferroviário, também. E hoje, quando o rival aproveita a “Leônicização” do “tricolor de aço”, o mesmo grupo de pessoas é responsável pelo clube.

Enquanto isso o Bahia vive da sua “mística”, de uma fantasia. Como se bastasse entrar em campo e tudo vai se resolver, só porque é o Bahia. Continuar lendo

#ForaNininho (por Hailton Andrade)

Nininho, garoto apaixonado por futebol. Bacuri mimado fanático pelo Sport Club Tororó, clube presidido por seu pai, o famoso Ninho. Não importa quantas vezes o time precise jogar a seletiva do intermunicipal, o clã diminuto jamais arreda o pé e promete fazer a turma do Tororó vibrar um dia. “Nosso time vai ser grande”, promete o presida. Assim como seu coroa, Nininho também sempre se ligou nas artimanhas da gestão peladeira. Nunca foram bons de bola, razão que explica porque o interesse pela redonda surgiu de outra forma. Tal pai, tal filho, como deve ser.

Enquanto Ninho tomava conta das coisas sérias e se preocupava com os novos uniformes da sua equipe para o próximo duelo interbairros, Nininho treinava a gestão esportiva em casa, jogando o famoso Championship Manager, CM para os íntimos. No computador, ele simulava treinar clubes, mas tinha obrigações administrativas, como contratar e manter os cofres equilibrados. Nininho era fera. No game, criou o homônimo Sport Club Tororó, desbravou o certame baiano à frente do computador, todas as séries do Campeonato Brasileiro e um dia chegou ao título mundial, batendo o Bayern de Munique na final.
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“E.C.Bahia, precisamos conversar…” (por Eduardo Andrade)

Eu: “Baêa, precisamos conversar.”

E.C.Bahia: “O que foi dessa vez?? Você sempre reclamando.”

Eu: “Andei pensando sobre nossa relação e acho melhor a gente dar um tempo…”

E.C.Bahia: “Tempo!!?? Por que isso??”

Eu: “Nos últimos anos percebi que você não tem sido o mesmo, não tem se dedicado nem me dado a atenção que mereço.”

E.C.Bahia: “Mas eu hoje estou na série A, sou campeão baiano, estou na final do campeonato desse ano…”
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Barroca “barreou”

Eduardo Barroca, assistente de Joel, dificultou ainda mais as coisas. (Foto: Will VIeira)

Eduardo Barroca, assistente de Joel, dificultou ainda mais as coisas. (Foto: Will VIeira)

LUVERDENSE 2×0 BAHIA
2ª fase Copa do Brasil – jogo de ida

O Bahia mandou o time reserva pra Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, numa semana de decisão do Campeonato Baiano. Na boa, eu achei certo. Uma iniciativa que hoje seria fácil contestar, mas que preserva o já limitado time titular para tentar êxito em uma competição que, mesmo sendo desvalorizada a cada ano, é a única que pode ser conquistada atualmente.

Tentar vencer o Baiano, mesmo com todos os prognósticos “pessimistas” (cheios de razão), é a oportunidade real de algum sucesso do Bahia na temporada. A Copa do Brasil, convenhamos, é inviável. E o Campeonato Brasileiro tem tudo para se despedir da gente no fim do ano. Continuar lendo

Bola dividida é do Bahia

(foto: Will Vieira)

(foto: Will Vieira)

Eu ando às favas com o Bahia. É inegável a “broxada” que o time me deu com as posturas em campo diante de Ceará, ABC e Itabaiana (os três últimos jogos do Campeonato do Nordeste) e, principalmente, com a “displicência” (só para não ser leviano) no jogo que marcou a reinauguração da Fonte Nova. Aquelas apresentações finalmente me fizeram rever a diretoria autoritária, incompetente e obscura do clube entrando em campo e com isso eu perdi completamente a vontade de ver algo bom acontecer com aqueles caras, todos eles, inclusive os que calçam chuteiras, por absorverem o, no caso malígno, “espírito das coisas”.
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Bahia 2028 (ou O curso natural) – por Gabrielli

Olá, pessoal do BBMP, estou enviando um texto que bolei hoje, diante dessa crise toda nossa.

Como estaria o Bahea, daqui a 15 anos. Como eu vejo, no caso.

Abs

Gabrielli

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Hoje é domingo, 20 de Abril de 2028. Dia chuvoso, em Salvador. Dia de Bahêa!! Dia de Bavice. Meu filho tem 16 anos e é Vicetória doente. Devido a sua (irritante) insistência, vamos ao estádio.

Tentei convencer o guri a torcer para o Bahia, mas a missão era quase impossível: o Bahia vive uma crise, sem fim, há no mínimo 34 anos, desde o gol milagroso de Raudinei na antiga Fonte Nova, que nos deu o bicampeonato em 1994, sendo que em 2028, o tricolor completa 16 anos sem títulos. Nesse período, o vice foi penta campeão estadual duas vezes (13 títulos no total) e é o atual tricampeão baiano, chegando ao bavice classificado em primeiro lugar do grupo e com folgas.

As séries de títulos do vice só foram interropidas por Ypiranga e Botafogo-BA que renasceram, graças ao compromisso sério de seus dirigentes com os respectivos clubes. Os dois também conseguiram vaga na final, junto com o Galícia.
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O Cordel da Revolta das Caxirolas (por Franciel Cruz)

Peço licença aos senhores
Neste exato momento
Para narrar uma história
Sem nenhum comedimento
De um bizarro artefato
Feito pra enganar jumento

Desculpem minha imodéstia
Mas posso tudo contar
Pois no dia vinte e oito
Fui testemunha ocular
Estava na Fonte Nova
Só não dei sopa pro azar

Logo na entrada do estádio
Um meganha me parou
Segurou meu guarda-chuva
Prendeu e não liberou
Porém ele deixou livre
Aquilo que Brown plagiou

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