Bahia da Torcida x bahia dos guimarães – Vamos virar esse jogo!

“As redes sociais desempenharam um papel considerável nos recentes movimentos contra a ditadura. A propagação do movimento não teria sido a mesma sem os recursos proporcionados pela internet.” Roubei este trecho da Wikipedia. De qual artigo? Da Primavera Árabe.

Foi algo extraordinário e mostrou o poder que temos em mãos hoje em dia, pois, se antigamente dependíamos muito do que a mídia queria informar, hoje em dia nós somos a própria mídia. Não dependemos de formadores de opiniões mal formados pra fazer com que nossos pensamentos ganhem o mundo na velocidade da nossa revolta.

Não foi à toa que o #publicozero foi um sucesso absoluto e ganhou repercussão não só nacional, mas também fora do país. Eu nunca senti tanto orgulho de ver a Fonte vazia! E pra uma torcida como a do Bahia não ir ao estádio algo muito grave está acontecendo.

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Quem for pra Fonte é vi…

Em 2008 escrevi o post com o título mais bizarro da história do blog: Bunda-amassada, múmia, pinto inflável e outras besteiras. Apesar do nome ridículo, este era um dos textos que tratava da nossa participação na Conferência Gigante Tricolor, onde foram discutidas diversas ideias para transformar o Bahia. Isso tem mais de CINCO anos. Por que lembrei disto agora? Por causa do tal “Bunda-Amassada”. Na época escrevi:

“Que porra é torcedor bunda-amassada? É uma expressão que pensei pra denominar uma galera que só sabe falar e não faz porra nenhuma. O bunda-amassada adora falar “fora corja”, mas nunca moveu uma palha pra tirar ela de lá. O bunda-amassada vive discutindo no Orkut, escalda a diretoria, propõe manifestações, mas na hora ele tem uma caganeira e desiste de aparecer.”

Tirando a parte do Orkut, pois hoje em dia a galera gosta mesmo é de falar pelo Twitter e Facebook, isto ainda é bem atual. Mudou também o pedido, que virou o #FORAmgf. Mas continuo ouvindo expressões do tipo: a Bamor não faz nada, o blog não faz nada, a imprensa não faz nada, a torcida do Bahia não faz nada. Mas pare e pense, quem é “a torcida do Bahia”? Você não é a tal “torcida do Bahia”? Então, porra! VOCÊ é que deve fazer alguma coisa.

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Eu ainda acredito

A força da torcida precisa se direcionar à democratização do clube. (Foto: Will Vieira)

A força da torcida precisa se direcionar à democratização do clube. (Foto: Will Vieira)

BAHIA 3×7 VITÓRIA
Campeonato Baiano – Final – partida de ida.

Explicar os motivos que levaram o Bahia a passar mais uma vergonha é chover no molhado. É melhor olhar para frente e tentar ter alguma perspectiva. Não uma perspectiva de vencer o Campeonato Baiano de 2013 (que seria, inclusive, injusto), mas sim de ver o Bahia ser um clube decente.

A saída de Paulo Angioni, a possível saída de Joel Santana e dos jogadores que fazem uma hipotética “panela” não vão resolver. Quando o Bahia tomou 7 do Cruzeiro, a mesma diretoria estava aí. Quando tomou 7 do Ferroviário, também. E hoje, quando o rival aproveita a “Leônicização” do “tricolor de aço”, o mesmo grupo de pessoas é responsável pelo clube.

Enquanto isso o Bahia vive da sua “mística”, de uma fantasia. Como se bastasse entrar em campo e tudo vai se resolver, só porque é o Bahia. Continuar lendo

Barroca “barreou”

Eduardo Barroca, assistente de Joel, dificultou ainda mais as coisas. (Foto: Will VIeira)

Eduardo Barroca, assistente de Joel, dificultou ainda mais as coisas. (Foto: Will VIeira)

LUVERDENSE 2×0 BAHIA
2ª fase Copa do Brasil – jogo de ida

O Bahia mandou o time reserva pra Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, numa semana de decisão do Campeonato Baiano. Na boa, eu achei certo. Uma iniciativa que hoje seria fácil contestar, mas que preserva o já limitado time titular para tentar êxito em uma competição que, mesmo sendo desvalorizada a cada ano, é a única que pode ser conquistada atualmente.

Tentar vencer o Baiano, mesmo com todos os prognósticos “pessimistas” (cheios de razão), é a oportunidade real de algum sucesso do Bahia na temporada. A Copa do Brasil, convenhamos, é inviável. E o Campeonato Brasileiro tem tudo para se despedir da gente no fim do ano. Continuar lendo

Bola dividida é do Bahia

(foto: Will Vieira)

(foto: Will Vieira)

Eu ando às favas com o Bahia. É inegável a “broxada” que o time me deu com as posturas em campo diante de Ceará, ABC e Itabaiana (os três últimos jogos do Campeonato do Nordeste) e, principalmente, com a “displicência” (só para não ser leviano) no jogo que marcou a reinauguração da Fonte Nova. Aquelas apresentações finalmente me fizeram rever a diretoria autoritária, incompetente e obscura do clube entrando em campo e com isso eu perdi completamente a vontade de ver algo bom acontecer com aqueles caras, todos eles, inclusive os que calçam chuteiras, por absorverem o, no caso malígno, “espírito das coisas”.
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Dia de Trabalho

Bahia caminha pra final. (Foto e legenda de Will Vieira)

Bahia caminha pra final. (Foto e legenda de Will Vieira)

BAHIA 2×0 JUAZEIRO
Campeonato Baiano – Semifinal – Jogo de Ida

No Dia do Trabalhador, não teve jeito. Depois de me dar “folga” (e também para você, já que acabaria escrevendo o mesmo lenga-lenga de sempre) no BaVi do último domingo, ficando longe do estádio, os dias passaram rápido e nesta última quarta-feira eu já me vi de novo no meio do questionamento: “Ir ou não ir à Fonte Nova?”

Como imaginei um jogo vazio, com todo mundo desmotivado e como eu mesmo ando meio anestesiado a ponto de não me importar muito com o que vai acontecer em campo, eu pensei em ir. Porém, exatamente pelos mesmos motivos, eu achei que ficar em casa e assistir Barcelona x Bayern de Munique pelas semifinais da Champions League era mais jogo (literalmente) do que ir à toa perder meu tempo assistindo um jogo modorrento, ruim tecnicamente e cujo resultado não ia me trazer qualquer sentimento relevante. ” Esse Bahia merece minha presença lá?” “Mas e se eu, com o TOB, não vou incrementar a renda, será que eu estou fazendo diferença no borderô?” ” E se eu conseguir passar raiva de novo?” ” E se o Barcelona faz 5×0 no Bayern, com 4 de Messi e eu deixo de presenciar (pela telinha quadrada da TV) esse feito histórico?” Bom, lembrei de um argumento bem interessante pra me fazer ir pro jogo: o TOB está vencendo dia 08 de maio, eu não pretendo renovar por conta de tudo que sabemos sobre a administração desse clube de Potita, eu ainda não vi o Bahia vencer na Arena Fonte Nova…vou ver alguns amigos…(essa desculpa é sempre boa, porque só vai deixar de ser pertinente se os amigos deixarem de ir) …enfim, eu fui. Para escrever depois.
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Olhos reluzentes (não recomendado para menores de 16 anos)

Célio era um cara legal. E era perdidamente apaixonado por Babi. Convenhamos, era muito fácil se apaixonar por ela, uma daquelas gatas do colégio com olhos reluzentes.

Babi não era só mais um rostinho bonito, era inteligentíssima, também tinha um senso de humor sensacional e até jogar bola a menina sabia. Era popular como a zorra, mas nem por isso tirava onda com ninguém. Muito pelo contrário, sua simplicidade cativava todo mundo.

Célio era um cara legal e estava perdidamente apaixonado, mas somente isto não bastava pra conquistar o coração do seu amor, tinha que entrar na fila dos seus pretendentes que daria a volta no quarteirão.

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Eu conto uma novidade

Estava tão confortável no jogo que, mesmo o Bahia se esforçando, eu não me arrependi de ir.

Estava tão confortável no jogo que, mesmo o Bahia se esforçando, eu não me arrependi de ir.

BAHIA 0×0 BAHIA DE FEIRA
7ª rodada – segunda fase – Campeonato Baiano 2013

Eu não ia pro jogo. Eu juro que eu não ia. (Ok, quem jura mente). Mas eu não ia mesmo. Ontem estava fora de cogitação sequer cogitar sair do trabalho 20 minutos antes do horário, pegar o bendito trânsito soteropolitano para ir à Fonte Nova. Se não bastasse a minha absoluta desmotivação pelo futebol do time, pelos jogadores do time, pelo técnico do time, pela maior torcida organizada do clube e pela direção do clube, ainda rolava uma chuva digna de todas as lágrimas tricolores caindo juntas para me convencer a ficar em casa. Assim, não tinha mesmo como pensar em ir ao estádio. Só que eu fui. E ainda gostei do que vi.
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A merda que mudou o Bahia

No dia em que se confirmou o rebaixamento no Brasileirão 2013 o ditador do Bahia tomou uma carreira de uma barreira de torcedores virados na nisgraça, o desespero dele era tão grande que não viu um cocô mole gigante no chão e pisou “di cum força” na referida bosta, escorregando e batendo a cabeça violentamente no chão.

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Vagarosamente ele abriu os olhos e deparou-se com um ambiente claríssimo, a luz intensa fez com que ele demorasse a entender que acabara de acordar num hospital.

Dias depois recebeu alta e foi mandado para casa, mas a sua família logo notou uns comportamentos estranhos nele, agora o rapaz mimado estava extremamente gentil, solicito e perspicaz. A educação também estava primorosa, tanto é que após apertar o dedo numa porta não mandou nenhum dos empregados tomar no cu, apenas disse “ai”!

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É Fantástico

A segunda reivindicação me interessa mais. (Foto: Will Vieira)

A segunda reivindicação me interessa mais. (Foto: Will Vieira)

JUAZEIRENSE 0×0 BAHIA
6ª rodada – 2ª fase – Campeonato Baiano 2013

Aviso aos navegantes: Lá vai meu mantra porre de domingo de noite pro ar de novo. Se você não tiver saco pra ler, é justo. Vá ver o Fantástico, pelo menos lá você pode ter coisas novas com que se chatear.

(mais um espaço pra você pensar bem)

Se você quer ler mesmo assim, lá vai:

De novo, a mesma história. A cada jogo do Bahia, um post chato e mal-humorado. E a cada fim de semana, o traumático ano de 2003 fica mais vivo na minha memória. O Bahia já corre riscos de não disputar a fase final do glorioso baianão ( em 2003 ficou em 9º). Contra a Juazeirense, a equipe que o técnico ilusionista Joel Santana já conhecia antes mesmo de chegar ao clube fez outra apresentação abaixo da crítica, indigna até do gramado horroroso do Adauto Moraes. Aliás, imagino que tal gramado sentiu-se ofendido por aqueles 20 e poucos pares de patas pés que o pisotearam hoje, pelo duríssimo (duro de assistir) Campeonato Baiano. Só não acho que dá pra chamar a peleja de “baba” porque aí já seria sacanagem. Com o “baba”.

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