Atravessando o Atlântico para ver a seleção jogar!

Finalmente estou voltando pro Brasil! Daqui a pouco estou aí! Antes da viagem, rolou uma festinha com a galera, era também pra saidera de Nanda, outra tricolor. Aliás, o que mais tem nesse lado do mundo é tricolor. Além da galera de praxe, conheci Tuna, outro fanático que é viciado aqui no BBMP. Abraços, maluco!

Vi que o churrasco seria legal quando olhei pro lixo. Bem melhor que o Barradisney…

CIMG2993 Manga estava feliz igual a pinto no lixo.

Bom, como ia dizendo no começo, estou voltando pra ver a seleção no Pituaço lotado, a festa da torcida, a concentração antes do jogo. Já não aguentava mais tanto tempo sem ver nossos craques em campo, fazendo a alegria de toda uma nação. Pena que jogaremos desfalcados, mas isso é detalhe. O que importa mesmo é que sexta eu chego aí e sábado nos encontramos lá. Com ou sem Jael.

Bora Baêa, minha cachaça!

P.s: pra mim a derrota pro Ceará foi normal. Não iríamos ganhar todas, né? E o empate era mais justo, visto o que jogamos no segundo tempo, mas futebol é isso. Vamos brocar a Lusa e manter essa média de 3 triunfos e 1 derrota que a gente sobe fácil.

Cada um faz a sua festa

No sábado, como a maioria de vocês, eu só pensava no jogo contra o São Caetano, dada a importância do mesmo. Só o triunfo interessava e iríamos enfrentar um time com 7 vitórias consecutivas. O Bahia vinha de dois resultados positivos, mas, no meu texto sobre Raul Seixas (leia aqui), falei que pra embalar precisaríamos de 3. Algo, até então, inédito neste campeonato.

Desta vez não passou na TV e tive que me contentar com a telinha do computador, mas deu pra acompanhar quase tudo direitinho: a grande festa que a torcida tricolor fazia; o 1º gol do cabeça-santa Jael; o 2º gol de Nadson, um golaço, que quase me levava a loucura pois o sacana demorou pra porra pra concluir; já o gol de pênalti não vi ao vivo, a conexão travou na hora! Imagina só minha agonia pra saber se tinha sido gol ou não! Até pro Brasil liguei e meu irmão não atendia! Devia tá comendo água em Pituaço…

Enfim, o jogo acabou e eu fui esticar a festa. Durante a semana, havíamos sido convidados para um alembamento, espécie de noivado aqui em Angola. Só saímos de casa às 22h (que foi quando o jogo acabou aqui e eu falei que não arredaria o pé de casa antes do apito final).

Chegamos ao prédio que aconteceria o evento: imagine um prédio de cinema. Pra ser mais preciso aquele prédio inacabado do filme O Redentor. Agora imagine esse mesmo prédio no Brooklyn, estilo filme americano de traficantes. Agora viaje mais um pouco e coloque esse mesmo prédio no meio da 2ª guerra mundial. Pois bem, era pior. O lugar era “barra pesada”, como certas coisas aqui, mas o que é um peido pra quem já está cagado? Além do mais, eu queria era comemorar! Fomos pro “terraço”, vulgo laje. Subimos 7 andares. De escada. Sem luz. E com degraus quebrados…

Que fique a lição, Baêa, subir é difícil. Mas chegamos! Vivos! E subir é sinônimo de festa! Que por sinal estava animada, mesmo só com uma luz lá em cima. Tinha uma espécie de churrasco e um buffet (que não dava pra enxergar, pois a lua estava encoberta).

Já o som era bem alto, com DJ e tudo. A galera tava animada, foi então que, em um certo momento, o irmão da noiva abraçou Manga, disse que adorava os brasileiros, etc e tal. Só que, num desses abraços, Manga fez uma piada que passaria despercebida no Brasil, ele disse:
- Rapaz, você tá chegando tão perto que daqui a pouco vai me beijar.

Velho, pra quê? O armário pirou, xingou pra porra, disse que era macho, que gostava de mulher, que não sei o quê. Tava vendo a hora do cara jogar Manga lá de cima. Foi então que me lembrei de uma coisa massa! Chamei o maluco e falei:

- Man, tem um xingamento que só quem é muito macho é que fala lá no Brasil.
- O quê? – Perguntou o armário nervoso.
- Bora Baêa, minha porra.
- Bora Baêa, minha porra?!
- É. Bora Baêa, minha porra!!! Isso aí é de uma energia do caralho e só quem tem colhão é que grita isso lá no Brasil. Gritou isso, todo mundo já sabe que você não chupa mel, masca abelha.

Velho, quando falei isso o maluco começou a gritar no meio da festa:
- Bora Baêa, minha porra! Bora Baêa, minha porra!! Bora Baêa, minha porra!!!

Nisso, eu e Manga ficamos gritando também. Lá do alto do prédio, toda Luanda ouvindo:
- Bora Baêa, minha porra! Bora Baêa, minha porra!! Bora Baêa, minha porra!!!

Depois disso o clima melhorou, a galera se enturmou mais, até a mulherada que estava com a gente se animou pra dançar. E tome-lhe cerva. E tome-lhe BBMP!

Já era de madrugada quando resolvemos ir embora. Hora de descer a escada de novo. Mas dessa vez o clima era outro. Enquanto descíamos o maluco não parava de gritar:
- Bora Baêa, minha porra! Bora Baêa, minha porra!! Bora Baêa, minha porra!!!

É isso aí: Bora Baêa, minha porra!!! Só alegria!

O armário abraçando Manga
O armário abraçando Manga

Apoiante até o fim

Comecei a escrever esse texto já pensando em receber umas patadas. Mas como estou longe, não tem muito perigo. Vamos lá: acho que mesmo com horário escroto, dia escroto e preço mais escroto ainda, vale a pena ir pra Pituaço hoje. E digo mais, se você for, tem que apoiar.

A verdade é que o time tem obrigação de ganhar e vai entrar em campo nervoso, com peso nas costas e pressão nas arquibancadas e isso só faz atrapalhar. Não que eu ache que ninguém deva reclamar das merdas que estão acontecendo, mas deixem pra fazer isso depois da partida (no máximo uma vaia no intervalo), se for necessário.

Pois cada triunfo em casa é importantíssimo pras pretensões de subir ainda este ano. Já perdemos 5 pontos em Pituaço, não dá pra perder mais nenhum. Ano passado, antes de jogar contra o Vila e o Corinthians eu disse que o Bahia traria 4 pontos lá de fora. Na época era uma missão impossível, ainda mais que empatou com o Vila…

O que acredito agora é que o time pode engrenar uma boa seqüência, contra Bragantino, Campinense, Vasco e Juventude. Pois só contra o lanterna Campinense é que jogaremos fora de casa. Mas essa confiança só será válida se antes ganharmos do chato Bragantino. Depois desses 4 jogos, ainda enfrentaremos o Fortaleza e o Vila fora (na verdade contra o goiano é no Serra Dourada, melhor ainda!), sendo que, de todos os 6 times que citei, só o Vasco e o Braga estão na nossa frente (e vencendo hoje deixaremos este último pra trás).

Sei que tudo isso que escrevi é fruto de uma mente doentia que sempre aposta que o Bahia vai ganhar todos os jogos que disputar (pode ter Barcelona x Bahia na Loteria Esportiva que vou marcar o quadradinho do tricolaço). Sabe por quê? Porque eu sou torcedor e acho que minha existência não teria significado se eu pensasse diferente.

Em Angola torcedor é chamado de apoiante, nada mais lógico. Por isso, se for, vá pra apoiar, pra incentivar o seu time do coração, mesmo que ele às vezes faça mal a esse órgão. Deixem as críticas pra depois, mas seja crítico também, pra não fazerem do tricolor gato e sapato. Reclamem do escudo, do ingresso, do horário, mas deixem o time tranqüilo em campo. É tudo que nossos jogadores precisam agora.

Vocês não têm idéia de como eu queria estar aí em Salvador, só pra aparecer em Pituaço com minha cara de descarado. Queria encontrar Barbara, Bené, Bruno(s), Cássio(s), Danilo, Fábio (s), Gera, Leandro, Lênin, Leo, Nenéu, Paulo, Pedrinho, Vini, Washington (futuro papai), Zeca e mais uma porrada de gente, neste verdadeiro evento social que é um jogo do Esporte Clube Bahia.


P.s: mas também não venha me xingar se resolver ir e esse time safado não corresponder em campo ao seu amor. Quem mandou ser descarado também?

Foi justo, mesmo roubado – São Caetano 2 x 1 Bahia

Vou começar esse texto pelo fim: sim, o Bahia teve um gol mal anulado aos 45 minutos e poderia ter saído com um empate. Mas, convenhamos, o time não merecia nada além dessa derrota.

Começamos a partida num ritmo bom e abrimos o placar logo aos 7 minutos, porém, depois disso, o que se viu em campo foi uma equipe mais lenta do que a conexão de internet angolana.

A impressão que dá é que quando o time faz o gol sofre um apagão e só religa novamente quando está atrás do placar. Isso pra não falar do terrível bicho papão chamado segundo tempo (toc toc toc) que anda assombrando o tricolor. Acho que não é nem uma questão de preparação física, é de falta de concentração e vontade mesmo.

Fico me perguntando de que serviram tantos treinamentos físicos e táticos durante a semana inteira de trabalho, se nada disso se refletiu em campo. Pra não ser tão injusto, parece que ao menos Marcelo aproveitou-se disso, pois graças a ele não ficamos com o saldo negativo.

Outra coisa que me vem a mente também é sobre a folha salarial do Bahia, que gira em torno de 800 mil reais (será mesmo?). Sem dúvida o time é melhor do que o do ano passado, mas com a irregularidade que percebemos nos jogos, fico me perguntando até que ponto as contratações foram bem feitas.

Por falar em contratações, o lado bom da derrota (se é que isso existe) é justamente deixar claro que precisamos de mais peças no plantel, nesse jogo mesmo Dedé se machucou, já durante a semana foi Élton. O campeonato é longo e além de contusões teremos suspensões por cartões.

Agora tem mais uma longa semana de espera pela frente, até o jogo contra o Ceará. Temos a obrigação de vencer! Aliás, temos a obrigação de ganhar todos os jogos em casa e ainda abocanhar uns pontinhos fora. Se o time quiser subir, este tem que ser o pensamento, salvo engano, ganhando todas em casa e ganhando só 3 partidinhas fora consegue subir.

Por isso, os tricolores tem a obrigação de comparecer em todos os jogos, apoiando sempre, como fizeram os desse jogo contra o São Caetano. Lá na casa dos caras ouvíamos o hino do Baêaço direto, esse tem que ser o clima em Pituaço.

No que depender da torcida aqui na África vai dar tudo certo, pois os tricolores daqui andam torcendo mais pela subida do Bahia do que pela do próprio dólar…

P.s: é revoltante perder pontos por erros de arbitragem, mas fatalmente eles ocorrem (contra e a favor. Ultimamente muito mais contra…). Portanto, temos que jogar de forma que nem um erro do juiz influencie no resultado.

Chove chuva, chove sem parar – Bahia 2 x 0 Paraná

Aqui em Angola chove pouco, mas hoje o cacau tá caindo pesado, como diria Manga. O lado bom dessa chuvarada toda é que me senti em Pituaço, já que em Salvador chove sem parar há dias. Com o mau tempo aqui, a galera acabou não se reunindo toda, mas pra compensar achei um site que transmitia o jogo e passei pros caras. Travava direto, mas quebrou um galhão. Por sinal assisti parte da partida com o tricolor Nestor Mendes Jr., que dispensa maiores apresentações.

O que não podia dispensar maiores apresentações era o nosso esquadrão, que começou o jogo já marcando, aos 3 minutos, com Paulo Roberto. Ano passado dediquei um texto quase inteiro rasgando elogios a ele, novamente ele os merece. Paulinho, o menino da Ribeira, além do gol, mandou pro chuveiro mais cedo 2 jogadores adversários.

O primeiro tomou-lhe um drible desconcertante e baixou-lhe a porrada em nosso menino prodígio, não contente, ainda quis acusá-lo de estar mostrando toda a sua habilidade em campo, de trazer de volta a arte para o esporte. O juiz não se deixou rogar e aplicou o amarelo, mas, no meu entender, deveria ter dado o vermelho direto, pois o drible é parte do espetáculo, é a azeitona da empada, o recheio do churro, a calcinha de rendinha da mulher amada. E tem gente reclamando disso como uma ausência de respeito, quando na verdade é excesso de categoria.

Anteriormente a essa expulsão, Reinaldo Alagoano já havia ampliado o placar (antes dos 25 minutos) e deixava a torcida tricolor na esperança de uma goleada na estréia, estilo o 5 a 0 no São Caetano em 2001, se minha mémoria estiver boa. Por sinal, o azulão é o próximo adversário, mas isso é assunto pra depois.

Antes disso, é bom citar o ótimo primeiro tempo do Bahia, que insisto em repetir o seguinte: nos últimos tempos nenhum elenco que vestiu nossa camisa toca tão bem a bola como o deste ano. Diversos lancem corroboram com a minha tese, um dos gols do último Bavice no Barradisney já bastaria.

Mas vamos voltar a série B e ao segundo tempo, que pode não ter sido tão bom, mas acho que o campo pesado e a ausência de tentos ajudaram nessa tese. Realmente o time poderia ter rendido mais e perdeu muitos gols, porém, me deu um certo alívio o placar derradeiro, a estréia com uma vitória convicente, mesmo sabendo que o Paraná não deve ser paramêtro para este ano (e jogou uns 20 minutos com dois a menos e mesmo assim não ampliamos o placar).

O que importou é que marcamos 3 pontos valiosos e estamos no G4 logo na 1a rodada, algo que corremos atrás nas 38 rodadas do ano passado e não obtivemos êxito. Agora é manter o ritmo e correr atrás de mais 3 pontos no próximo embate, mesmo jogando em território inimigo, já que cada partida deve ser encarada com uma decisão.

Bom, vou terminando por aqui, me sentindo como um dos 6.466 pagantes que compareceram em Pituaço e saíram encharcados. Digo isso com convicção, pois enquanto esboçava esse texto uma goteira intensa molhou tudo aqui no quarto: começando por mim e pelo teclado do notebook. Portanto, não estranhem por não ter nenhuma “6a letra do abecedário” nesse texto…

É phoda, mas ao menos esse blog não é do tricolor cearense e a letra “B” está ok, sendo assim posso terminar dizendo pra todos vocês: BORA BAHÊA, MINHA PORRA!!!

Como escolher um time de futebol

Sou única e exclusivamente torcedor do Bahia. Mas fui me informar sobre os times de Luanda, pra ver quem teria minha simpatia durante minha estadia. Na minha pesquisa se destacaram dois clubes: o Petro Luanda e o Primeiro de Agosto.

Petro Luanda já diz de onde é no próprio nome, que nem o Bahia.
Portanto, Petro Luanda 1 x 0 Primeiro de Agosto, na minha preferência.

Petro Luanda é mais novo que o Primeiro de Agosto, que nem o Bahia em relação ao vicetória.
Petro Luanda 2 x 0 Primeiro de Agosto.

O Petro Luanda não vence um campeonato desde 2001. Seca miserável, que nem a do Bahia, mas com fé em Deus isso vai acabar.
Petro Luanda 2 x 1 Primeiro de Agosto.

O Primeiro de Agosto, apesar do nome, é o 2º time com mais títulos. Isso lembra o vice, que se chama vitória, mas não honra a alcunha.
Petro Luanda 3 x 1 SEGUNDO de Agosto.

O Petro Luanda também tem mais títulos em relação ao Segundo de Agosto (14 x9), além de ter a maior seqüência de títulos, já foi pentacampeão.
Petro Luanda 4 x 1 Segundo de Agosto.

Mas, pra finalizar, fui pesquisar as cores dos times, pois se o Luanda fosse rubro-negro não teria minha simpatia nem a pau. Olha só o resultado:

Segundo de Agosto http://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_Desportivo_Primeiro_de_Agosto

Petro Luanda http://pt.wikipedia.org/wiki/Atl%C3%A9tico_Petr%C3%B3leos_Luanda

Quando vi o segundo uniforme dos caras, não tive nem dúvidas.
Petro Luanda 10 x 1 Segundo de DESGOSTO.

Bora Luanda, minha porra!

P.s: queria aproveitar e agradecer a todos pelas mensagens de carinho do meu texto anterior! ST

Despedida

Essa semana o nosso Baêaço se despediu da Copa do Brasil. Não vou ficar falando aqui que foi de cabeça erguida, que botou duas bolas na trave, que pressionou o tempo todo, que jogou melhor os dois jogos, que saiu invicto. Não vou falar, pois todos vocês já sabem bem disso.

O Bahia sempre se lasca na Copa do Brasil pelos tais gols tomados em casa. A lista é enorme: Coritiba (2×2), Fluminense (2×2), Atlético/MG (4×3), Grêmio (2×1), Juventude (2×2), Internacional (5×4). Esqueci algum? Não perdemos NENHUM desses jogos, mas perdemos a vaga em TODOS eles, mesmo com saldo igual, pois tomamos muitos gols em nossos domínios. Acho que aqui não conhecemos direito a tal da expressão “jogar com o regulamento embaixo do braço” e acabamos jogando fora grandes oportunidades de seguir adiante.

Bom, falando em “seguir adiante”, “oportunidades” e “despedida”, vamos agora pro verdadeiro assunto desse texto: é que tou vazando. Tou indo nessa, tou pegando a pista, tou abrindo o gás, enfim, tou me picando. É isso aí, galera, vou ficar um pouco mais distante do melhor time do planeta Terra. Vou fazer o caminho inverso do garoto que veio da África pro Brasil, só pra ver o Bahia brocar. Vou passar um tempo longe de Pituaço, da Fonte, do Barradisney. Mas, assim como ninguém aqui vai abandonar o time por causa da desclassificação de ontem, eu não vou abandonar vocês e o Baheaminhaporra, o blog mais querido do mundo, só por causa de alguns milhares de quilômetros de distância.

Até pra matar a saudade do tricolor de aço, vou continuar batendo ponto aqui, já que graças a esse espaço eu fiz ainda mais amigos tricolores, portanto, só gente boa. Inclusive, já tem uma barreira de torcedores me esperando pra assistirmos aos jogos do Baêa pela web, pra dividirmos as alegrias e os sofrimentos desse time sacana. Provavelmente a distância resultará em novas experiências e novas aventuras para entreter a mais apaixonada torcida do Brasil (e também vou poder participar da seção Tricolores no Mundo do ecbahia.com)!

Como vocês podem ver abaixo, a mala já está feita (com 3 fitinhas do Bonfim amarradas para diferenciar e proteger, adivinhe as cores de cada fita?): os mantos já estão dobrados, a toalha com duas estrelas já está limpa e o até o cinto tricolor (que não aparece na foto) está devidamente acomodado. Quantas pessoas você conhece que tem um cinto tricolor?

Sentirei saudades de muita gente aqui que convivia dentro e fora do estádio, muita gente mesmo, tanto que resolvi não listar, pois com certeza esqueceria alguma pessoa querida. Mas, ao mesmo tempo, com essa viagem estou indo ficar mais perto de outro grande amor (tou chegando, Pa!).

E por falar em amor, façam o favor de apoiar nossa paixão em comum em todos os campeonatos. Deixem de ser ranzinzas, pois meu lado otimista está super confiante na conquista da porcaria do Baianão e principalmente no acesso a Série A, pena que não vou poder acompanhar essa campanha histórica de perto. Vocês que poderão, não desperdicem essa chance, gritem lá por mim! Já meu lado pessimista não diz porra nenhuma.

É isso, amigos de blog, de estádio e de vida. Vim só me despedir, sem abandonar quem eu gosto jamais. Bora Bahêa, minha porra!


- Aquele abraço! E torçam pelo tricolor aqui!

Marcos Carneiro é tricolor fanático e está iniciando, a partir de hoje, uma campanha para que o Esporte Clube Bahia faça a sua TERCEIRA excursão na África , terra da próxima Copa do Mundo (a primeira foi em 1957, antes até do primeiro título brasileiro; a segunda foi na década de 90. Correções graças ao Google e a memória privilegiada de alguns tricolores).