Esporte Crianças Bahia


O Bahia, pra variar, perdeu mais uma em casa. Desta vez em pleno Dia das Crianças. Tomou um gude preso da Chapecoense, mesmo jogando quase o 2º tempo inteiro com um jogador a mais.

Parece que eles jogaram que nem um bando de meninos justamente pra homenagear a data (tanto é que usaram os apelidos de infância nos uniformes). Portanto, decidi comentar que tipo de garoto eles foram e no que isso refletiu em suas respectivas atuações no jogo de ontem.

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Ao Dia das Crianças

BAHIA 0x1 CHAPECOENSE

28ª rodada Brasileirão 2014

O Bahia vai cair pra segunda divisão? Por que o Bahia não consegue vencer jogos decisivos contra times tecnicamente inferiores dentro dos seus domínios, a exemplo de Criciúma, Coritiba e Chapecoense? Por que o Bahia não sabe jogar contra times que vêm a campo com a proposta de se defender? Por que Gilson Kleina fica mudando o time que conseguiu vencer as partidas do segundo turno? Por que insistir com Henrique? Por que Marcos Aurélio foi titular? Porque Emanuel não usa a perna direita? Porque Guilherme Santos abandonou a lateral-esquerda no segundo tempo? O salário atrasado está influenciando o emocional do treinador? Por que botou a responsabilidade nos jogadores? Por que mesmo com Lomba falhando decisivamente, não se dá uma oportunidade pra Douglas? Continuar lendo

Gilson teima – Santos 1×0 Bahia


SANTOS 1×0 BAHIA – 27ª rodada Brasileirão 2014

Bahia perdeu de novo para o Santos. Desde que voltou à série A, virou freguês com direito a pedir desconto por fidelidade. Só venceu uma vez nos 8 encontros desde 2011. Nos últimos 4 jogos contra o alvinegro, nem um golzinho o tricolor conseguiu fazer. Pior que a freguesia estabelecida foi perder a oportunidade de somar pontos muito importantes na Vila, enfrentando um Santos irregular e sem dois dos seus principais jogadores: Aranha e Robinho.

A derrota baiana começou na escalação. O Bahia vinha conseguindo fazer jogos mais competitivos e alcançando resultados melhores no 2º turno com o meio de campo formado por Uéliton, Rafael Miranda, Diego Macedo e Emanuel Biancucchi. Não haviam obstáculos legais ou médicos para que Gilson Kleina mantivesse essa formação diante dos santistas, mas um compromisso de Uélinton no dia anterior ao jogo, e sua consequente ausência do último treinamento foi o argumento para sua “ejetada” do time titular.
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Tricolaço! – Fluminense 1 x 1 Bahia


Vocês que acompanham o blog sabem que já fui pra vários jogos fora apoiar nosso Baêa, só pra citar uns exemplos: Auto Esporte 0 x 3 Bahia, Flamengo 1 x 3 Bahia, Atlético/PR 0 x 2 Bahia, Botafogo 2 x 2 Bahia e Bahia 3 x 0 Figueirense (este ano, lá em Feira). Geralmente olho na tabela quais partidas serão no final de semana e assim que pinta uma promoção de passagem aérea eu compro. Desta vez resolvi em cima da hora, só na quinta-feira. Na madrugada de sábado arrumei minha mochila (com 3 camisas do Bahia) e, quando amanheceu, me piquei pra Brasília.

Algumas pessoas perguntam se não me importo de viajar sozinho, mas toda viagem que envolve o Bahia sempre encontro alguém. Já no portão de embarque do Aeroporto 2 de Julho estavam Faustão, Liana e Daniel (o Cacique Tricolor), além de outras pessoas que conheci lá. O avião decolou lotado de tricolores e, quando pousou, uma renca largou o tradicional “Bora, Bahêa!!!”

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Uma das vantagens da capital federal é que vários amigos meus moram lá, desde uma galera que conheci na infância (Cata, Carol, Léo e Cassio), até uns broders mais “recentes” (Rapha Baggas, Dani, Rodrigo e Marcelo). Sem contar Edu “Chocola”, Lenin, Elisa e Pietro que foram em outro vôo. Isso facilita bastante, pois Baggas e Dani foram me pegar no aero e me levaram pra almoçar, depois fomos prum boteco e pro estádio; Marcelo me arranjou um ingresso, que ganhou no sorteio do Bahia; Carol me deu um teto e café da manhã no capricho; Cata passeou comigo o domingo todo, até a hora de me levar ao aero. Sem contar uma galera que conheci lá e quebrou uma gelada comigo.

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A fé não costuma faiá – Bahia 2 x 1 Flamengo


Sábado dormi tarde, mas isso não impediu que acordasse cedo domingo. Geralmente isso acontece quando estou ansioso com algo (no caso, a peleja entre as 2 maiores torcidas da Bahia). Todo jogo que existe uma expectativa maior fico assim. Este jogo era especial, pois foi criado todo um clima pra partida: teve campanha de incentivo, inclusive com uniforme especial; o Bahia venceu outro rubro-negro durante a semana: o sport; fizeram também promoção de ingressos e de cerveja na Fonte; e, obviamente, a nação correspondeu e comprou tudo. Seria o maior número de tricolores na nova Fonte, já que a proporção era 90-10 pra gente (diferente do Bavice de inauguração que também lotou, mas era meio a meio).

Na véspera entornei umas a mais e não estava me sentindo tão bem do estômago, acho que alguns fabricantes de cerveja estão colocando ingredientes do Activia na fórmula ultimamente… Então tomei um remédio pra piripaque estomacal (vulgo caganeira) e fui cedo com Carol de metrô, que por sinal estava com um clima massa, já antecedendo o que seria o embate. Também entrei logo no estádio, pra evitar muvuca. Ok, na verdade foi pra evitar o risco de que batesse um revertério em pleno pé da ladeira, mas o Floratil é tiro e queda e até me permitiu aproveitar de boa a promoção de 2 piriguetes por 5 conto sem nenhum efeito colateral.

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As 7 comemorações de Railan sobre o freguês sport.


Por coincidência, o post motivador de Charles (clica aqui) que publiquei esta semana mostrava um triunfo importante sobre um pernambucano (Bahia 5 x 0 Santa Cruz). Às vezes posto essas coisas pra levantar o astral da galera, espero que tenha funcionado.

Sei que um bom time é o que mais importa pra ganhar um jogo, mas acho que uma torcida motivadora também tem seu valor. Ontem mesmo reparei isso, pro bem e pro mal. Havia ido de metrô com Sereno, Edu Chocola, Hugo e os Ricardo (Leony e Nonato), após tomarmos um chopinho no Bela Vista. Depois encontramos Neto Sub-20, Vitaum e o pai, que pela 1ª vez foi na nova Fonte. Detalhe que Vitaum convenceu seu velho por causa da promoção de ingressos.

Os administradores do estádio têm que entender a importância de trazer o povão de volta, pro bem deles e do Bahia. Todos saem ganhando com um público maior: o time, a “arena”, a festa, os ambulantes, a economia do estado como um todo. Ontem deu pra notar que tinha muita gente nos setores mais baratos. Existe demanda! Acho que os preços atuais devem ser revistos e só deveriam aumentar os valores quando tivessem partidas de maior apelo, como um mata-mata importante ou uma decisão de título. Ontem até foi um jogo importante pra escapar da zona maldita, mas vocês entenderam o que quero dizer.

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Nunca devemos desistir (por Charles CB)


No post “De volta pra casa” (escrito por Tiago Risério), que falava sobre Bahia 5 x 0 Santa Cruz, um dos cometários me chamou atenção. Charles CB, que conheci em Sampa e frequenta este espaço faz um bom tempo, escreveu o seguinte:

Também tenho uma história legal desse dia, que quero compartilhar com vocês. Acho até que já contei isso aqui, mas vale a pena relembrar…

Meu pai, que também já se foi, torcia pro Galícia. Minha mãe, que está bem e cheia de saúde, hoje com 74 anos, sempre foi Bahia, mas não frequentava a Fonte. Cabia a um tio meu, Bahia doente, que naquela época ainda não tinha filhos (hoje tem dois) me levar todo jogo para ver o Bahia. Todo jogo mesmo, quarta e domingo, seja qual fosse.

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Quando a maré vira – Botafogo 2 x 3 Bahia


Meu dia não havia começado bem. O vento incrivelmente derrubou e quebrou a minha linda caneca do BBMP, filha única de pai solteiro. Fiquei chateado, mas… bola pra frente. Nada que uma Super Bonder não resolva. Acho. Era hora de ir pro trabalho. Lá estava eu parado no trânsito e um cara bate no fundo do meu carro. Inacreditável, porém, nada que um retoque no para-choque não resolva. Bola pra frente. Aí vem o começo da noite. O tapetense faz 1 a 0 no vicetória, mas… toma a virada. PQP! Bahia na lanterna e uns amigos vices já zoando.

Aí começa o jogo do Esquadrão. Estava lá e cá, mas o Botafogo fez um gol irregular aos 30 minutos. O jogador que cruzou pro gol de Sheik estava impedido no começo da jogada, nem foi tão escandaloso, talvez o bandeira não tivesse notado. Talvez. Mas nossa zaga também deu muito mole no lance, deixando o atacante cabecear sozinho. Bola pra frente e… o Bahia empatou logo após! Num gol contra do zagueiro do time carioca, após desviada de Kieza, num cruzamento de Railan.

1º gol do Botafogo: impedimento no começo da jogada.

1º gol do Botafogo: impedimento no começo da jogada.

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O dia em que brocamos 3 gols lá em Feira…


Eram quase 3h da madrugada de sábado pra domingo quando fui dormir, após uma saída com a namorada e uma resenha massa com a galera do Baba dos Corjeiros (pra quem ainda não conhece, este é o melhor baba de Salvador. Foi organizado por Cassio, Davi, Will e eu no começo deste ano, após convocarmos uma renca de tricolores lá no Twitter, mas depois irei contar essa história direito).

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Acordei 6:30, pois tínhamos marcado um baba em Feira contra o time de Carlos “Crocs” e a van sairia da capital umas 7:30. Isso tudo seria a prévia do jogo do Bahia contra o Figueirense, no Jóia da Princesa. Na van, além de algumas bebidas e Tripa (o motorista), estavam comigo: Nelsinho, Pedrão, Peu Muniz, Peu Perazzo, Chocola, Uli Ostentação, Eder Sanpaoli, Marcio Negreiros, Mathias, Sub, Jornal, Hanson Teles, Brunão e Vitaum. Éramos 15 Corjeiros representando e honrando os 32, principalmente Hugano, nosso capitão que teve que se ausentar por causa de uma festa de formatura em Juá…

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Em casa… Bahia 0 x 0 Coritiba

Era uma casa muito sem graça,
não tinha torcida, não tinha nada.

Ninguém podia entrar nela, não,
Porque a casa tinha interdição.

Ninguém podia balançar a rede,
Porque o ataque não tinha sede.

Ninguém podia comemorar ali,
Porque o time não estava a fim.

Mas era feita com muito esmero,
Time dos bobos, foi zero a zero!


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Foto: Marcos Carneiro